Blog destinado a dar dicas de culinária saudável, receitas, e indicação de produtos sem glúten e sem lactose.
terça-feira, 24 de julho de 2012
INTOLERÂNCIA OU ALERGIA AO LEITE DE VACA
Intolerância ao leite de vaca:
Acontece quando paramos de produzir ou produzimos em menor quantidade a enzima Lactase, que é responsável pela digestão do açúcar presente no leite, a Lactose. Nestes casos, quando o leite de vaca é ingerido, são apresentados sintomas como, cólicas intestinais, diarréia, distensão abdominal, enjôo, vômitos, entre outros.
Alergia ao leite de vaca:
Ocorre quando nosso organismo não consegue digerir a proteína do leite, como a Betalactoglobulina, caseína, entre outras. Essa proteína, mal digerida, permanece intacta no intestino e agride sua mucosa, aumentando a permeabilidade da parede intestinal. Desta forma, a proteína intacta, consegue passar para a corrente sanguínea e será reconhecida como um corpo estranho, ativando o sistema imunológico, gerando um quadro alérgico e inflamatório. Os sintomas apresentados são, desde de intestinais como: distensão abdominal, flatulência, diarréia ou constipação, como sintomas de inflamações: rinites, sinusites, otites, amidalites, artrite, dermatites, entre outros.
Que alimentos podemos ou não consumir?
Devemos ficar atentos aos alimentos que contém leite e queijos de forma oculta. Por isso é muito importante ler nos rótulos dos alimentos, os ingredientes contidos nele. É importante também ficar atento à preparações onde há o leite oculto, como: purês, cremes, quiche, bolos, sobremesas e sorvetes.
Por outro lado, podemos consumir alguns alimentos que contém apenas a gordura do leite, contendo assim, baixa quantidade de lactose e proteínas. São estes: manteiga, creme de leite e mussarela de buffala.
Dra. Marília Cremonezi
CRN3 32.212
domingo, 22 de julho de 2012
Ervas e especiarias para combater a insônia
Vários alimentos comuns no Brasil podem ser adicionados a uma dieta para curar a insônia. O Maracujá age no sistema nervoso central, aquietando-o, além de aliviar dores de cabeça causadas devidos a tensão e deixar a pessoa mais tranquila. A Aveia, alimento muito consumido em dietas por crianças, possui propriedades medicinais que podem ajudar a curar a insônia, assim como os tradicionais chás de Camomila e Erva-Cidreira. O próprio aroma da Lavanda podem ajudar a combater e curar os sintomas da insônia.
Das sementes da Griffonia simplicifolia se retira o extrato que é base para o medicamento natural 5-HTP, usado na fitoterapia. Diversos estudos indicaram o alto índice de serotonina presentes nas semente, o que traz enormes benefícios à saúde, inclusive no tratamento natural da insônia.
O Kava Kava tem seu uso recomendado antes de dormir, para induzir um sono agradável e tranquilo. Ele ajuda também a reduzir a velocidade da taxa de batimentos cardíacos e respiração.
O chá da semente do Endro também é considerado um remédio excelente para crianças, podendo ser usado inclusive para prevenir pesadelos. Das sementes, pode ser feitos sachês para serem colocados dentro do travesseiro, para acalmar a pessoa na hora de dormir e evitar a insônia. O Endro é nativo da Índia, Irã, do Mediterrâneo e do Sul da Rússia. O nome em latim “Anethum graveolens” significa “cheiro forte” e também significa “calmaria”.
Durante a Primeira Guerra Mundial, a Valeriana foi dada aos soldados e civis traumatizados pelos horrores da guerra. Na Europa, a planta é o mais comum sedativo natural e na medicina natural da Alemanha é usada para tratar crianças incontroláveis.
A Schizandra é um sedativo moderado. Na China, algumas pessoas mastigam diariamente os frutos durante 100 dias para usufruir do efeito tônico da planta, que melhora a coordenação e concentração. É dito que a planta “acalma o coração e aquieta o espírito”.
O Lúpulo e a Filipêndula são usadas como erva de banho para relaxamento. A Papoula-Vermelha, foi dedicada a Nada (Deusa de Noite), Thanatos (Deus da Morte), o irmão gêmeo dele, Hypnos (Deus de Sono) e Morfeu, filho de Hypnos e Deus dos Sonhos. As sementes foram oferecidas aos mortos para assegurarem um sono eterno tranquilo.
sábado, 21 de julho de 2012
Psyllium emagrece e é um laxante natural
O Psyllium (Plantago psyllium) é também conhecido como Psilium e compreende as espécies Plantago ovata, Plantago arenaria e Plantago indica, que são utilizadas permutavelmente com a Plantago Psyllium. Pertence a família Plantaginaceae.
Usos Tradicionais: abscesso, auto-intoxicação, colesterol alto, colite, constipação, diabetes, diarréia, disenteria, Doença de Crohn, dor de dente, febre, hemorróidas, hipertensão, indigestão, infecções, inflamação de pele, irritação intestinal, obesidade, panarício, úlceras.
O Psyllium emagrece e pode ser um excelente medicamento natural para quem deseja perder peso, vez que as fibras da Psyllium tendem a inchar e criar uma sensação de saciedade no corpo, o que faz com que modere o apetite.
A qualidade fibrosa da casca da Psyllium permite fazer um laxante natural muito efetivo, vez que aumenta o volume total do cólon, ocorrendo a consequente ativação da motilidade intestinal, aumentando a motilidade propulsora. Inclusive o Psyllium pode ser benéfíco no tratamento da diarréia.
As sementes e as cascas das sementes, que são as partes mais utilizadas da erva, são ricas em componentes químicos como mucilagem (arabinoxilano, absorvem grande quantidade de água, auxiliando o intestino), aucubina, proteínas, enzimas, xilose, galactose, óleo (linoleico, oleico, palmítico) e gomas.
Os óleos da planta também favorecem as propriedades laxativas da planta, sendo também utilizada como um emoliente e demulcente. Na medicina alternativa, o Psilium em forma de cataplasma pode curar infecções e tratar dores de dente. Pode ser usada para abscessos, irritação na pele e panarício (infecção nas pontas dos dedos). Pode ser usado como máscara facial.
Na culinária, as folhas jovens podem ser comidas em saladas. As sementes de Psyllium podem ser acrescentadas a cereais e iogurtes. É recomendado sempre usar o Psyllium com bastantes líquidos. O Psyllium pode diluir enzimas tônicas digestivas e por isso é melhor ser consumido entre as refeições, sendo melhor assimilada antes de dormir ou como primeira refeição pela manhã, no lugar do café da manhã. Não é recomendado durante gravidez.
Você sabe o que é a Nutrição Funcional?
A Nutrição Funcional é uma ciência da nutrição que investiga interação entre todos os sistemas do nosso corpo, desde as relações que existem entre a bioquímica, a fisiologia, os aspectos emocionais e cognitivos do organismo. Essa investigação detalhada tem o objetivo de identificar a causa de doenças ou até mesmo de sinais e sintomas que possam estar presentes no dia a dia, garantindo dessa forma, um tratamento efetivo e a nossa saúde integral, como Vitalidade Positiva.
O nosso corpo é formado por aproximadamente 100 trilhões de células, sendo que, destas, 50 bilhões se renovam a cada dia. Cada uma delas necessitam de inúmeros nutrientes para garantir o seu funcionamento perfeito. O funcionamento adequado de um conjunto de células, por sua vez, garante que cada órgão execute sua função da forma esperada. Finalmente, um conjunto de órgãos saudáveis proporcionará saúde ao indivíduo. Vitalidade Positiva é mais que a mera ausência de doenças crônicas degenerativas não transmissíveis, é busca pela saúde integral, modulando, por meio de nutrientes e fitoquímicos, todas as reações bioquímicas envolvidas nesse processo. O objetivo é que as pessoas sejam realmente saudáveis e felizes, não apresentando obesidade, sobrepeso, depressão, enxaqueca, TPM (Síndrome da tensão pré menstrual), queda de cabelo, hiperatividade, constipação ou olheiras, entre outros problemas.
Só uma nutricionista funcional pode fazer um acompanhamento personalizado a fim de identificar, tratar e principalmente prevenir a causa de diversos problemas de saúde. Procure um profissional da área e melhore a sua qualidade de vida!
Dra. Marília Cremonezi
sexta-feira, 20 de julho de 2012
Glúten vira cola no intestino e provoca diversas complicações
O inimigo de quem busca uma vida saudável está no pão, no bolo ou na cerveja. É o Glúten – uma substância encontrada no trigo, no centeio, na aveia e na cevada. Segundo médicos e especialistas, ao chegar no intestino o glúten transforma-se em uma espécie de cola grudando nas paredes intestinais. Com o passar do tempo, provoca saturação do aparelho digestivo, aumento da gordura na região do abdome, dores articulares, alergias cutâneas e depressão.
Muito desses problemas de saúde são em decorrência na mudança de cardápio dos brasileiros que passaram a comer em excesso alimentos ricos em glúten como pães, biscoitos, macarrão e bolos. Hoje até queijos embutidos vem com a substância.
O corpo responde de diversas maneiras: obesidade, síndrome de resistência à insulina, deficiência de cálcio, alergias, diarréias e doenças auto-imunes. Os chineses consideram o excesso de glúten sinal de má higiene interna já que o metabolismo emperra, favorecendo bactérias que gostam de calor e estagnação.
A dieta sem glúten é moda nas academias pois o emagrecimento e a redução de gordura na área abdominal é comprovada. Muita gente está incluindo na alimentação pães de aipim e de milho, macarrão de arroz e cookies de soja.
Intestino sem glúten produz serotonina e gera alegria é a afirmação de especialistas da área nutricional. As dificuldades no começo da dieta podem aparecer por isso uma boa dica para ter o sucesso esperado é a ingestão constante de frutas, que além de leves são nutritivas e de baixa caloria. Outro fator importante é procurar no mercado alimentos produzidos com boa qualidade.
Muito desses problemas de saúde são em decorrência na mudança de cardápio dos brasileiros que passaram a comer em excesso alimentos ricos em glúten como pães, biscoitos, macarrão e bolos. Hoje até queijos embutidos vem com a substância.
O corpo responde de diversas maneiras: obesidade, síndrome de resistência à insulina, deficiência de cálcio, alergias, diarréias e doenças auto-imunes. Os chineses consideram o excesso de glúten sinal de má higiene interna já que o metabolismo emperra, favorecendo bactérias que gostam de calor e estagnação.
A dieta sem glúten é moda nas academias pois o emagrecimento e a redução de gordura na área abdominal é comprovada. Muita gente está incluindo na alimentação pães de aipim e de milho, macarrão de arroz e cookies de soja.
Intestino sem glúten produz serotonina e gera alegria é a afirmação de especialistas da área nutricional. As dificuldades no começo da dieta podem aparecer por isso uma boa dica para ter o sucesso esperado é a ingestão constante de frutas, que além de leves são nutritivas e de baixa caloria. Outro fator importante é procurar no mercado alimentos produzidos com boa qualidade.
quinta-feira, 19 de julho de 2012
Doenças relacionadas ao glúten
As pessoas portadoras de doença celíaca têm uma hipersensibilidade ao glúten, que pode ser resultado de uma alergia ou de intolerância ao glúten. Nestas pessoas o glúten provoca danos na mucosa dointestino delgado, impedindo uma digestão normal. Após eliminar o glúten da dieta, o intestino volta a funcionar com normalidade, entre algumas semanas a até alguns meses. Outra manifestação de intolerância é a presença de lesões na pele chamada dermatite herpetiforme.
A hipersensibilidade ao glúten está mais comumente relacionada a problemas de intolerância ou alergias à proteína gliadina (prolamina), embora também existam alergias a outras proteínas encontradas no trigo, como a Glutenina, a Albumina e a Globulina. Embora o milho apresente uma variedade destas proteínas, não produz o mesmo tipo de glúten, e a alergia a derivados de milho não está associada à hipersensibilidade ao glúten.
Entre 1% e 2% da população mundial apresenta intolerância ao glúten[4], embora até metade dos celíacos não apresentem sintomas graves ou que interferem na vida cotidiana destes.
Os portadores da doença celíaca devem evitar alimentos que contenham glúten, destacando-se os derivados de trigo, cevada, centeio, triticale e aveia, incluindo derivados de fabricação caseira ou industrial, como pães, massas alimentícias (macarrão), biscoitos, bolos, salgadinhos, barras de cereais, quibe, pizzas, molhos brancos, granola, empanados, farinha de rosca, cerveja, whisky e vodka de cereais [5] [6]. Os portadores de doença celíaca não devem consumir nem mesmo carnes e legumes empanados em farinha de trigo, ou alimentos produzidas em óleo de fritura onde tenha sido imerso outro alimentos contendo farinha de trigo. Como a doença celíaca é crônica, seus portadores devem adotar uma alimentação sem glúten que geralmente deve ser seguida por toda a vida [7].
Existe uma crença bastante popular de que os autistas apresentariam um tipo hipersensibilidade bastante particular ao glúten e à caseína (uma proteína presente no leite). Ambas as substâncias teriam um efeitoopiáceo nestes indivíduos[carece de fontes]. Entretanto os estudos científicos a respeito sugerem que dietas sem glúten não trazem nenhum benefício para crianças autistas. [8] [9]
Quando ingerido em excesso, o glúten pode causar a diminuição da produção da serotonina, o que leva a um quadro de depressão mesmo nos que não são portadores de nenhuma hipersensibilidade.
O consumo excessivo de glúten pode resultar no aparecimento da Psoríase e da Artrite psoriática.
O Tesouro do Mar
Descobrindo os Tesouros do Mar
Bem antes do desenvolvimento da agricultura, povos que viviam nas costas marítimas já colhiam uma variedade de vegetais do mar. Chineses, Irlandeses, Ingleses, Islandeses, Canadenses, Japoneses, Índios Americanos, Havaianos, Coreanos, Russos, Esquimós e Africanos do Sul são apenas alguns dos povos que por muitos séculos têm cultivado algas marinhas para serem usadas como alimento. Os japoneses que provavelmente consomem mais algas do que qualquer outro povo classificam seus vegetais do mar pela qualidade da mesma forma que o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos classifica a carne e os laticínios.
Bem antes do desenvolvimento da agricultura, povos que viviam nas costas marítimas já colhiam uma variedade de vegetais do mar. Chineses, Irlandeses, Ingleses, Islandeses, Canadenses, Japoneses, Índios Americanos, Havaianos, Coreanos, Russos, Esquimós e Africanos do Sul são apenas alguns dos povos que por muitos séculos têm cultivado algas marinhas para serem usadas como alimento. Os japoneses que provavelmente consomem mais algas do que qualquer outro povo classificam seus vegetais do mar pela qualidade da mesma forma que o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos classifica a carne e os laticínios.
As algas marinhas são virtualmente isentas de gorduras, contém baixos níveis de calorias e são ricas em carboidratos, proteínas, vitaminas e especialmente minerais essenciais (mais de 30% por volume). Comparadas com os laticínios elas provém 10 vezes mais cálcio e ferro por peso e contém outros importantes sais minerais que faltam hoje em dia em nossos vegetais terrestres devido à desmineralização do solo.
Na verdade desde o advento das técnicas modernas de agricultura e do subseqüente declínio da qualidade do solo arável a inclusão de algas marinhas na dieta cotidiana pode ser a única forma de garantirmos um suplemento saudável de traços minerais como cobalto, cobre, cromo, flúor, manganês, molibdênio, selênio e zinco que são necessários em pequenas quantidades para manter o processo metabólico do corpo normalizado. A alga contém mais minerais do que qualquer outro tipo de alimento e todos os minerais requeridos pelos seres humanos incluindo cálcio, sódio, magnésio, potássio, iodo, ferro e zinco que estão presentes em quantidades suficientes.
Entre a ampla variedade de minerais, cálcio, ferro e iodo estão presentes em abundância na maioria das algas e são particularmente importantes em dietas de base vegetarianas que não incluem o consumo de laticínios. 1/4 de xícara de alga hiziki contém mais da metade do cálcio contido numa xícara de leite e mais ferro do que um ovo. A alga ao-nori (alga verde) contém o maior índice de ferro seguido pela alga hiziki. A alga Nori contém duas vezes mais proteína do que algumas carnes.
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Dinner Experience - FIVE
This unique experience takes place in a private setting of carefully selected high net worth individuals, national or international, that long for more than what restaurants offer. This evening takes you back to basics of eating at a private home, in a sophisticated and cosy venue, enhanced by soft washing scenic lights and pleasant background music, in Sao Paulo (Brazil) and in Miami (USA), according to time of the year and agenda.
It is a perfect ambience for networking with top executives, successful entrepreneurs, and families that appreciate the art of dining with highly cultured and well travelled people, while indulging themselves in an extraordinary health oriented food and wine tasting adventure.
It is limited to a maximum of 10 guests that must be referred or invited by someone within our trusted network, whom we know personally. Confirmation is subject to source verification. The whole experience will be personally conducted by myself and my associates, either in English, Portuguese, Spanish or Italian, according to guestsâ?? preferences. It may be conducted in two or three languages simultaneously, while guests listen, see, touch, smell, and taste each dish. Your five senses shall be awaked to the world of spices and its healing properties.
Attendees will not be disclosed in advance, and venue will vary location, as there is more than a home participating.
It will always take place in top safe areas of the city with good view and security. Do not be surprised if you bump into celebrities. No pictures are allowed, unless all guests agree to do so. Feel free to exchange business cards if you deem appropriate.
Confirmation will be sent individually.Date, time and location may not be disclosed with non-attending persons, subject to cancellation.
There are three different types of menu, being one per event. Guests may not chose which one will be offered, unless there is a group of 10 together. Dishes may not be modified, in order to preserve the whole experience.
My cuisine is non-dairy gourmet vegetarian, excluding meats, but including eggs and honey. It does not clash with most Kosher guidelines. The dishes are carefully balanced and approved by
a recognized functional nutritionist. Menus are harmonized with wines and liquors perfectly selected by Italian and Brazilian sommeliers and wine specialists.
In addition to challenging our five senses, my specialty is to create different sensations by playing with different mixes that enhance the taste buds in our tongue and vicinity. Instead of sticking to the four basic elements of taste perception: salty, sour, bitter and sweet, I concentrate my efforts on the 5th element: umami, which simply defines the like and dislike of the whole experience.
