quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

O Trânsito e a Máquina

Queridos leitores, fiquei um tempão ausente do meu blog pois estava dedicado a finalizar o meu livro que sairá no final de janeiro: Um Brinde à Saúde - Sem glútem e nem lactose, POR FAVOR!

Hoje quero escrever aqui uma pequena parte de um capítulo do meu livro: a importância de se comer em certa ordem. Vamos lá....

O que acontece em uma autoestrada quando caminhões, jamantas, tratores e ônibus são colocados na frente dos carros mais leves e rápidos? Um baita congestionamento. Da mesma forma funciona o nosso sistema digestório. Para não ficar sobrecarregado e causar esse trânsito digestivo, os alimentos mais leves e de fácil digestão deverão vir primeiro, seguidos dos alimentos um pouco menos leves e assim por diante. Assim, cada veículo (alimento), estará andando em sua velocidade e fluindo perfeitamente. No caso dos queijos duros, podem levar cerca de 300 minutos ou 5 horas! O mesmo que a carne de porco.


Vamos então ver o que comer primeiro, levando-se em consideração este trânsito digestivo. Lembro que não é recomendável tomar líquidos durantes as refeições e, sim, de preferência uma hora antes e uma hora depois. De modo bem simplificado, primeiramente, vamos ser saudáveis e chiques: vamos comer as saladas leves como de folhas de alface, rúcula, almeirão, couve, espinafre, repolho, etc. Depois podemos fazer outro prato dos vegetais mais ou menos leves como a abobrinha, o brócolis, a couve-flor, o aspargo e a abóbora. Pronto, agora já podemos escolher os vegetais amiláceos (que contém amido), mas eu gosto de dizer que são os vegetais “massudos”, como a batata, a mandioca e os tubérculos em geral. Aí vêm os grãos: arroz, feijão, lentilha, etc. E por último, as carnes.

O que acontece se você primeiramente comer as carnes? Elas vão ficar ali rodando e rodando por horas, fazendo com que os outros alimentos fiquem “entuchados”, fermentando e causando um tremendo mal-estar, com possíveis azias, dores e inchaços no abdômen. Não estou neste momento trabalhando com as sinergias alimentares e nem com a alcalinidade dos pratos ou combinações de grupos de alimentos. Somente estamos tratando do tempo de digestão de cada alimento. Já é um começo e tanto. Você não imagina a diferença que poderá ter em apenas dois dias por seguir essa ordem. Aqui, meu caro leitor, a ordem dos fatores altera, sim, o produto. E você verá como esse produto - pela escala de Bristol - pode mostrar em que ponto você está.

O sistema digestório não entende vários alimentos de uma vez só, pois precisam de enzimas distintas e processos separados para fazer a digestão de alguns alimentos. A digestão, como mencionei, começa desde a boca, na mastigação, com os amidos. As carnes iniciarão a digestão no estômago, mas a grande parte dos alimentos será digerida no intestino.

Vamos aprender com a natureza: não conheço nenhum animal que faz um prato com alimentos diferentes para depois comê-los todos de uma vez. Podem ver a vaca comendo o capim, o macaco comendo um tipo de fruta e depois outro diferente - nunca tudo junto, o leão comendo a carne de certo tipo de animal - e só aquele animal naquela hora - e todos comendo deste modo. Cada um no seu quadrado. Esta é a maneira de nosso sistema digestório funcionar também: com uma certa ordem. Por isso a importância de comer os alimentos dessa maneira. Assim ficou mais fácil de entender, não é mesmo?

Já que fica bem difícil viver sem carro e com a deficiência de transporte público em nossas cidades; com o aumento dos veículos circulando e sendo as estradas praticamente as mesmas, vamos contribuir para o nosso trânsito digestivo, minha gente, assim, ficaremos menos estressados.

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Poderosas Combinações - Parte II

 

Vamos dar continuidade à matéria sobre Combinações Alimentares Poderosas.


6. Carnes Vermelhas & Alecrim
Ao passo que carnes vermelhas não devem ser geralmente encaradas como alimentos saudáveis, alguns de nós, às vezes, caímos à tentação e pedimos um bom bife. Porém, você pode diminuir o impacto e ainda por cima adicionar sabor ao paladar por adicionar o alecrim. Os antioxidantes encontrados no alecrim neutralizam os radicais livres encontrados nas carnes. São estes radicais livres que são a principal causa de envelhecimento.

7. Suco de laranja & Aveia
Este é um café da manhã dos campeões. Esta combinação tem na verdade mostrado ser um prevensor de ataques cardíacos e desentupidor de artérias duas vezes mais potente que se estes ingredientes fossem ingeridos individualmente. O componente orgânico conhecido como fenol (encontrado em ambos), estabiliza o nível de colesterol.

8. Maçãs & Vinho Tinto
Maçãs contém um flavonóide anti-inflamatórico chamado quercetina, ao passo que o vinho tinto contém um outro flavonóide chamado catequina. Juntos, eles trabalham para prevenir coágulos sanguíneos e melhorar o funcionamento cardiovascular.

9. Mirtilo & Uvas
Ambos possuem um pacote de antioxidantes que se colocados juntos potencializam a sua ação no organismo. Podem ser consumidas como lanche ou ainda adicionadas com um bom iogurte de soja. Compre-as em suas estações e as congele separadamente para consume posterior.


10. Nozes & Sementes e Frutas Secas
As nozes e castanhas com as sementes são ricas em proteínas e contém pouca água, e se consumidas então consumidas com frutas secas são benéficas facilitando a boa digestão.



Porém, toda moeda tem seus dois lados. Você precisa saber também as combinações que são maléfica o seu organismo e podem causar problemas de saúde. Segue abaixo as 5 combinações mais comuns e que devem ser evitadas:

1. Café & Ovos
Esta combinação mortal é encontrada diariamente em cada refeição principalmente nos Estados Unidos. O polifenol encontrado no café reduz a absorção de ferro oriunda dos ovos e diminui o cálcio dos ossos. Da mesma maneira, procure evitar o tal de cafezinho logo após as refeições, algo já tradicional em cidades como São Paulo. Espere pelo menos uma hora e mantenha assim o ferro no seu organismo.

2. Leite & Qualquer Outro Alimento
Visto o leite ser um alimento bastante complexo, requer digestão concentrada só para ele. Como o leite está atrelado à várias doenças reumáticas, inflamatórias e alérgicas, muito importante evitar ao máximo tal alimento. O leite de vaca principalmente é considerado como um dos principais alimentos maléficos juntamente com o glúten. Porém, se você ainda não se convenceu disto, então, tome o leite com uma colher bem cheia de mel visto que os dois juntos têm propriedades anti-microbiais.

3. Carnes & Batatas
Embora esta união clássica pareça irresistível, os Amiláceos (alimentos que contém amido) são digeridos no intestino pequeno enquanto as proteínas são digeridas no estômago, então, se alimentando dos dois juntamente, pode resultar em problemas digestivos e assim também reduzindo o metabolismo.

4. Frutas & Qualquer Outro Alimento
As frutas são grandes fontes de vitaminas e antioxidantes, mas também contém ácidos que causam fermentação no estômago e reduzem a digestão de outros alimentos.

5. Não-Amiláceos & Laticínios
Estudos relataram que as químicas encontradas em vegetais não-amiláceos (espinafre, couve, brócolis, etc) podem bloquear a absorção do cálcio dos laticínios. Prefira combiná-los com proteínas leves como a do peixe e do frango. Mas se querem algo ainda mais saudável, não use os laticínios e combine então espinafre com frutos do mar.  

 

 

terça-feira, 18 de setembro de 2012

A SINERGIA DOS ALIMENTOS - PODEROSAS COMBINAÇÕES


10 Poderosas Combinações

Pesquisas mostram que certos alimentos se tornam ainda mais saudáveis quando ingeridos em certas combinações.

Novas evidências sugerem que certos alimentos que combinam no sabor também interagem entre si positivamente em questões nutricionais. Em outras palavras, dois alimentos particulares consumidos em conjunto podem trazer mais benefícios do que se fossem consumidos sozinhos. Este fenômeno é conhecido como “food synergy” ou “sinergia dos alimentos” conforme sugerido pelo Dr. David R. Jacobs

Vamos então ver 5 pares destas super combinações nesta matéria e mais 5 pares na matéria seguinte:

1. Espinafre & Beterraba
Popeye, por 80 anos, tem sido o maior marketeiro do espinafre, mas se ele quiser melhor ainda mais o poder do espinafre, ele deveria colocar junto algumas beterrabas. De acordo com a nutricionista Joanne Larsen, hortaliças verdes escuras, como espinafre, couve são potencializadas se estiverem em companhia com outro legume rico em Vitamina C como a beterraba, pois a absorção nos intestinos é potencializada pela Vitamina C.  Tomates e pimentões são também grandes fontes de vitaminas imuno-poderosas para aqueles que não querem ter aquelas mãos com pintinhas rosas.  

2. Tomates & Azeite de oliva
Gregos consumem mais destes dois ingredientes por cabeça que qualquer outro povo, e eles tem a expectativa de vida superior ao dos americanos. Tomates são ricos em um antioxidante chamado licopeno, que tem sido comprovado um redutor de riscos cardiovasculares  e certos tipos de cânceres. Porém o licopeno é um lipossolúvel que combinado com outra gordura monossaturada intensifica a absorção ainda mais.

 
3. Carnes & Cenouras
Quando você estiver afim de um prato “pesado”, tente esta combinação pois irá fortalecer sua função imunológica. A vitamina A encontrada nas cenouras é melhor absorvida quando ingerida em conjunto com uma proteína. Além disto, a carne traz uma porção extra de zinco que irá protegê-los contra fraquezas em seu sistema imunológico.

4. Chá Verde & Limão
O Chá verde é em si um liquido miraculoso – é repleto de antioxidantes e  mantém você hidratado. Quando o chá verde é tomado com limão, a absorção dos antioxidantes aumenta 13 vezes -  é realmente um foguete de combinação!


5. Alho & Peixes
Estes dois sabores foram feitos um para o outro, e quando combinados, o colesterol redutor do óleo de peixe com o poder cardio-fortalecedor do alho, agem como poderosos agentes anti-inflamatórios.

 

domingo, 16 de setembro de 2012

Vivendo sem glúten


"O que é glúten?

O glúten é composto por duas proteínas gliadina e gluteninas, que são encontradas no endosperma dos grãos, como trigo, centeio e cevada. O glúten é a proteína que nutre o trigo durante a germinação da semente à planta.
As proteínas armazenadas de milho e arroz são chamados às vezes glúten, mas estas não contenham gluteninas.

O verdadeiro glúten - gliadina e glutenina - é limitada a alguns membros da família das gramíneas. A aveia é naturalmente isento de glúten, mas muitos produtos de aveia contém glúten, devido à contaminação cruzada decorrente de práticas agrícolas, como rotação de culturas, uso comum ou partilhado de contentores utilizados para o silo e transporte de grãos a partir de campos de instalações para a embalagem de alimentos, etc . Como resultado, muitas pessoas com uma dieta livre de glúten podem consumir aveia apenas de fontes que mantém a um mínimo absoluto a contaminação cruzada com glúten.

Há um pequeno sub-grupo de pessoas sensível ao glúten - estimado em menos de 1% das pessoas com doença celíaca - que também são sensíveis à aveia. A aveia contém um tipo de prolaminas conhecido como "avenina" (semelhante em estrutura aos prolaminas "gliadina" encontrada no trigo), que tem sido associada com efeitos adversos na saúde de pessoas com doença celíaca.

As gluteninas na farinha de trigo massa dá a sua elasticidade, permite a fermentação, e contribui para a mastigabilidade de produtos assados.

O trigo supre uma grande porcentagem da alimentação mundial no consumo de proteína. Alguns produtos são ainda enriquecidos com glúten para fornecer mais proteínas.

Foi descoberto que a gliadina desempenha um papel na proteção da semente de trigo a ser digerida por insetos ou animais antes que a semente possa germinar.
Alguns estudos têm mostrado que a gliadina inibe certas enzimas digestivas em insetos e provoca doença intestinal em roedores muito jovem. Portanto, a pesquisa sugere que trigo pode ter uma tendência natural para causar problemas gastrointestinais em humanos, também.
Uma das conclusões dos estudos sobre o assunto é que a sensibilidade ao glúten também pode ser ligado a outras doenças físicas.
O aumento dos diagnósticos de sensibilidade ao glúten, especialmente em adultos, podem refletir a convergência de muitos elementos, incluindo uma melhor conscientização e detecção da doença, a prevalência de trigo na dieta ocidental e uma população em envelhecimento que podem ser mais suscetíveis aos distúrbios metabólicos.

Enteropoatia Sensível ao glúten (ESG) - Doença Celíaca

A enteropatia sensível ao glúten (ESG), também conhecida como doença celíaca ou doença celíaca, afeta 1 em cada 3.000 pessoas nos EUA.
Muitos na comunidade médica acreditam que esta condição não foi diagnosticada, pois 1% estimado dos americanos (1 em 100 pessoas) podem ter Doença Celíaca, mas não estão conscientes de sua condição. O ESG apresenta um amplo espectro de reações, desde completamente assintomático até os extremamente sintomáticos. A patologia por trás da série de diagnósticos da Doença Celiaca é a mesma, mas a apresentação dos sintomas depende da reação de cada indivíduo e da resposta ao glúten.

A Doença Celíaca se manifesta quando o sistema imune do corpo identifica gliadina (uma das proteínas do glúten) como um invasor e monta uma resposta inflamatória imune.
Essa resposta imune provoca danos à mucosa intestinal (mucosa do intestino) e resulta em má absorção e da incapacidade de digerir todos os nutrientes dos alimentos, não apenas glúten.
Pacientes com doença celíaca, com nível mais grave da Doença Celíaca, podem ter diarréia crônica, fadiga, anemia e perda de peso inexplicável; lactentes e crianças podem não ganhar peso ou crescer adequadamente.
No entanto, alguns pacientes com sintomas leves (doença celíaca atípicas) ou nenhum sintoma (doença celíaca silenciosa), a doença celíaca acaba sendo subestimada e subdiagnosticada.

A Doença Celíaca pode apresentar uma variedade de sintomas, ou nenhum, mas os casos mais graves da doença celíaca podem incluir uma ou mais das seguintes características:

Diarréia crônica
Esteatorréia (excesso de gordura nas fezes)
Inchaço abdominal ou cãibras
Flatulência
A perda de peso
Fadiga
Anemia
Distúrbios hemorrágicos
Osteopenia
Raquitismo

A genética desempenha um papel importante na doença ESG ou celíaca.

A incidência de ESG em familiares de pacientes diagnosticados com a doença é de 10%, significativamente maior que na população em geral. No entanto, parece haver outros fatores em jogo. Em estudos com gêmeos idênticos, quando um dos gêmeos tem a doença celíaca, o outro gêmeo tem apenas 75% de chance de ter a doença. Isso indica um forte componente genético, mas não explica totalmente a causa da doença celíaca, fatores ambientais também podem estar em jogo.

O único tratamento eficaz para uma ESG de moderada a grave é uma dieta livre de glúten. Depois de que glúten foi removido da dieta, a resposta inflamatória na parede do intestino diminui e retoma a função intestinal normal, geralmente dentro de alguns meses. A maioria dos pacientes respondem muito bem e podem vir a ter uma vida perfeitamente normal.

Sensibilidade ao Glúten versus Enteropatia Sensível ao Glúten (ESG)

O termo "sensibilidade ao glúten" (SG), abrange uma ampla variedade de condições médicas em que o glúten provoca uma reação adversa. Há geralmente uma causa mais específica subjacente para os sintomas, que devem ser investigados. A ampla categoria de SG inclui todo o espectro de ESG, que engloba a categoria geral da alergia ao trigo, assim como a doença celíaca grave. Assim como a doença celíaca, uma alergia a trigo irá desencadear a ativação do sistema imune, no entanto, ESG e uma alergia ao trigo produzem resultados bem diferentes:
- A alergia ao trigo irá resultar em sistêmica (corpo inteiro) anafilaxia,
- enquanto o ESG a longo prazo, resposta imune mais lento que eventualmente causa danos intestinais.

Um diagnóstico SG é apropriado quando o ESG é provável, com base em outras condições coexistentes, mas que não foi totalmente estabelecido. O diagnóstico da SG pode também ser utilizado em situações ambíguas, quando outras condições podem estar presentes, ou quando o teste diagnóstico é negatiovo ou não pode ser realizada. Contudo, o diagnóstico de "sensível ao glúten" não pode ser apropriada em todos os casos.

Desafios de uma dieta isenta de glúten

Seguir uma dieta livre de glúten significa desistir de pão, pizza, doces, massas, e muitos alimentos processados ​​e embalados. Para um americano (e pq não brasileiro) que vive com esta condição de restrição ao glúten, é difícil de "viver" em um mundo cheio de trigo. Para pessoas de outros países é mais fácil: a consciência de alergias trigo e da doença celíaca é mais difundido fora dos Estados Unidos e do Brasil. "Você pode conseguir um Big Mac sem glúten em Helsínquia", de acordo com o Dr. Green. "Você pode pedir uma pizza sem glúten em qualquer lugar na Austrália."

Uma dieta sem glúten requer a eliminação de todas as formas de trigo, cevada e centeio e seus derivados, o que pode ser muito difícil. Comer fora pode ser um pesadelo para aqueles que tentam evitar o glúten. Além de evitar o glúten, pode haver outros desafios associados com esta dieta. Uma dieta sem glúten pode causar falta de certas vitaminas e minerais (principalmente vitaminas do complexo B, fibras e cálcio). Como resultado, é importante certificar se estes nutrientes serão obtidos, e suplementar se necessário. Eduacação aliementar abrangente e o acompanhamento de uma nutricionista com experiência registrada é um elemento importante no êxito da gestão da doença celíaca e / ou uma dieta sem glúten.

Enquanto existe uma variedade de alimentos que são naturalmente isentos de glúten, como frutas e legumes frescos, carnes, aves, peixes e produtos lácteos; existem por outro lado, uma variedade de alimentos processados/embalados que podem ser preparados com ingredientes que contêm glúten. Para aderir a uma dieta isenta de glúten, deve tornar-se um adepto da leitura de rótulos e contactar os fabricantes de alimentos para obter mais informações sobre a origem dos ingredientes, torna-se necessário. Também é importante estar ciente de que produtos rotulados como "livre de trigo" não são necessariamente livre de glúten.

Ter um dieta livre de glúten é uma dieta da moda emergente?

Considerando a dificuldade de ser verdadeiramente livre de glúten, é surpreendente ver o número de consumidores que optam por viver sem glúten, mesmo sem ter os sintomas ou diagnósticos de SG, ESG, ou alergia ao trigo. Enquanto os especialistas estimam a prevalência de cerca de 1% da população, uma pesquisa recente estimou que 15-20 por cento dos consumidores querem produtos sem glúten.

Vários problemas existem com a auto-restrição sem diagnóstico, especialmente para os atletas. Os produtos de grãos que forem excluídos nesta dieta também são excelentes fontes de hidratos de carbono, o principal combustível para os músculos. Eles também fornecem nutrientes essenciais, como vitaminas do complexo B, fibras e ferro. Por ser muito restritiva na ingestão de alimentos, o atleta pode ficar aquém de obter calorias suficientes para suportar sua atividade, além do gasto adicional que tais produtos pode trazer no orçamento. Se alguém resolve fazer um auto-tratamento sem procurar ajuda médica, pode realmente ter uma condição prejudicada, devido a falta do tratamento adequado. Todos estes cenários podem impactar negativamente o desempenho atlético.

Sem glúten para a saúde e os esportes

Os atletas que aderir por qualquer motivo uma dieta sem glúten deve se preocupar com a obtenção de carboidrato suficiente em sua dieta para o abastecimento durante os períodos de treinamento rigoroso. Afinal, os carboidratos são essenciais para manter os níveis de energia durante o treinamento e acelerar a recuperação.

Consumir os carboidratos suficiente para atender às exigências atlética é possível com uma dieta livre de glúten. Você pode escolher entre arroz, cereais sem glúten, pães, batata branca e doce, banana e outras frutas frescas, verduras e grãos sem glúten. Farinhas sem glúten, como milho, arroz, araruta, batata e soja podem ser usados ​​para fazer pães e massas. Tapioca, amaranto, quinoa e farelo de milho também são amidos aceitáveis para uma dieta livre de glúten. É importante trabalhar com um nutricionista para desenvolver um plano de refeições e ajudar a identificar as fontes habituais de carboidratos e as devidas substituições sem glúten. Isso irá assegurar que está recebendo uma nutrição adequada, bem como os hidratos de carbono suficiente para suportar o nível de atividade.

Além disso, alguns atletas notaram que ao evitar o glúten nos poucos dias que antecederam a uma prova ou um grande evento ajudou a diminuir o risco de um distúrbio gastrintestinal durante o evento. No entanto, tenha em mente que isto é baseado apenas em experiências individuais.


Devo retirar o glúten de minha dieta ?

Devido ao amplo espectro de sintomas que podem causar o ESG, é uma decisão muito individual a de aderir a uma dieta isenta de glúten. É uma escolha que deve ser feita em consulta com um médico e / ou nutricionista.

Se suspeitar que você tem de ESG ou SG, testes adicionais feitos por um profissional de saúde pode ser usado para confirmar o diagnóstico. É provável que você tenha a condição de que anticorpos específicos são detectados em um exame de sangue simples. Uma pequena amostra de tecido do intestino delgado é utilizada para confirmar o diagnóstico. Antes de ser testado, deve-se continuar uma dieta que inclui alimentos com glúten, como pães e massas. Se uma pessoa pára de comer alimentos com glúten antes de serem testados, os resultados podem ser negativos para a doença celíaca mesmo se a doença estiver presente.

O Glúten: na mira

Com a consciência crescente da Enteropatia Sensível ao Glúten (ESG) e mais especificamente a "doença celíaca", o termo glúten se tornou um tópico quente. Lojas de alimentos saudáveis ​​estão oferecendo mais e mais alternativas de produtos livres de glúten para quem não pode ou não quer consumir glúten. Se uma pessoa suspeita que tem uma condição médica ou sintoma de alguma forma relacionada ao glúten, deve discutir as opções com seu médico e consultar um nutricionista antes de adotar um estilo de vida sem glúten. No entanto, a menos que uma pessoa tenha sido diagnosticado com SG ou ESG, há pouca evidência científica para garantir que a remoção do glúten da dieta é mais saudável do que uma dieta convencional bem equilibrada em nutrientes."


Viva de Forma Saudável !!!!

MATERIA RETIRADA DO SITE DA POWER BAR ***
*** TODOS OS CRÉDITOS PARA O Alex M. McDonald, MD ***

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

QUAL A SUA ALERGIA?

Um novo teste promete ajudar no tratamento de pessoas com alergia alimentar, mal que atinge cerca de 8% das crianças e até 4% dos adultos. A partir de uma amostra de sangue, o exame detecta a reação a 103 proteínas presentes em 21 alimentos e a vários outros alérgenos. Os exames até então disponíveis não especificavam a proteína que causava a reação. Indicavam somente o alimento. Por ser mais abrangente, o recurso auxilia na descoberta de alergia a alimentos sobre os quais não pairavam suspeitas. 

Por enquanto, o Isac (abreviação de Immuno Solid-phase Allergen Chip) só é realizado no Hospital Albert Einstein, em São Paulo. Mas a previsão é de que em poucos meses as grandes redes de laboratórios adotem a técnica. A médica Renata Cocco, envolvida com a aplicação do método no hospital paulistano, explica que o teste pode auxiliar ainda no diagnóstico da alergia cruzada, quando, a partir da reação a um produto como o látex, surge intolerância a alimentos como banana, por exemplo.

Opções como essas contribuem para que histórias como a da empresária Flavia Cetra, do Rio de Janeiro, se repitam cada vez menos. “Demorei a descobrir que a indigestão que tinha vinha dos alimentos”, conta. Flavia trocou o queijo pelo tofu por causa da alergia a lactose. E depois descobriu que também não podia comer gengibre.

Os especialistas observam o crescimento de casos e discutem o que pode estar acontecendo. “O uso de antiácidos pode estar por trás da maior incidência”, afirma Fábio Castro, da Universidade de São Paulo. Os remédios podem reduzir a capacidade digestiva do organismo. Outra fonte são as comidas industrializadas, cujos aditivos e conservantes costumam provocar reações. “Além disso, as mães deixam de amamentar cedo, o que contribui para o problema”, diz Flávia Janólio, diretora da Associação Brasileira de Aler­­­­gia e Imunopatologia.  




quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Agave - Adoçante Natural

Já ouviu falar do Agave? De origem mexicana este extrato é substituto do açúcar. O Agave é uma planta suculenta, originaria do México. Da variedade Azul é produzido o extrato ou xarope de Agave. A produção ocorre através de quebra, filtragens, homogeneização e evaporação da planta. É um substituto do açúcar, 100% natural. O extrato de Agave tem coloração amarela clara, odor agradável e textura mais suave que o mel.

É um alimento orgânico, de poder adoçante maior que o açúcar, e de baixo índice glicêmico (se transforma em glicose de maneira mais lenta) o que permite sua utilização por diabéticos controlados. É sem glúten, sem lactose e de origem vegetal. Tem 3,34 calorias por grama, é 3 vezes mais doce que o açúcar comum. Boa fonte de minerais, como ferro, cálcio, potássio e magnésio. O extrato de Ainda devido ao baixo indice glicemico pode atuar como protetor contra diabetes - como é digerido mais lentamente não demanda grandes quantidades de insulina, importante para prevenção de diabetes. No entanto, tem um alto índice de frutose. Ou seja, nada é perfeito quando falamos de açúcares em geral.

USO DO AGAVE

* Como edulcorante (adoçante): para adoçar 250ml de suco substitua 1 colher de sopa de açúcar (15g) por 1 colher de sobremesa de Extrato de Agave (10g). Potencializador de sabor - realça o sabor de outros ingredientes como frutas e sucos; Amasse uma banana ou cozinhe maçãs e peras e adoce com um fio de Extrato de Agave.
* Na culinária: pode ser usado no dia-a-dia para adoçar cafés, chás, sucos, assim como sobremesas, waffles, pães, panquecas, bolos e muito mais.

O Extrato de Agave é menos viscoso e dissolve mais facilmente que o mel ou o melado e não açucara. É um produto orgânico certificado. O processo de beneficiamento da planta é também isento de qualquer substância química. Mas lembrem-se, nada ainda substitui o mel. Sendo assim, opte por: não adicionar açúcares, ou caso ainda não consiga, escolha o mel como primeira opção. Porém para veganos, vai a dica do stevia como outra opção, agave, e assim vai.

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

O leite, aliado ou inimigo?


Se você faz parte do grupo que não abre mão de um copo de leite à noite antes de dormir, mesmo depois de ter ingerido outros derivados desse alimento durante o dia, é melhor rever seus hábitos. Tido como um dos itens mais importantes na dieta, ele agora está sob suspeita. Pelo menos é o que garantem especialistas que participaram do Congresso Internacional de Nutrição Clínica.

Um de seus críticos mais vorazes é o português Pedro Bastos, mestrando em Nutrição e Dietética pela Fundação Universitária Iberoamericana (Funiber). Em seu trabalho Efeitos do Leite na Individualidade Bioquímica, apresentado no congresso, o pesquisador afirmou que essa não é a melhor opção de alimento para o ser humano. Ele citou países em que o consumo de laticínios é alto e nos quais são alarmantes as taxas de obesidade, osteoporose e câncer. E lembrou que em nações como China e Japão, onde ocorre o inverso, essas doenças estão entre as menos freqüentes.
Bastos questionou, inclusive, a recomendação universal de que tomar a bebida, por conta da presença do cálcio, é fundamental para prevenir a osteoporose. A partir da análise de registros fósseis, ele prova que os antepassados do homem — que abandonavam esse alimento tão logo desmamavam (vale lembrar que o ser humano é o único mamífero que continua consumindo leite ao longo da vida) – possuíam densidade mineral óssea comparável a dos adultos atuais, saudáveis e ativos.
O pesquisador atribui isso a três fatores: exposição ao sol (estimula a produção de vitamina D, que ajuda o organismo a absorver o cálcio), ao trabalho físico intenso (o exercício mantém a saúde óssea) e ao consumo elevado de vegetais (alimentos ricos em cálcio). “A bebida é considerada a melhor arma contra essa doença, mas não é. O cálcio é apenas um dos vários nutrientes, entre outros fatores, necessários para preveni-la”, alerta.


As opiniões dele fazem eco entre alguns especialistas brasileiros, como a nutricionista Denise Carreiro, da clínica paulistana Gastromed. Segundo ela, existem pesquisas científicas que comprovam que o consumo excessivo pode prejudicar a saúde. “O leite de vaca tem mais de 25 frações proteicas, que o organismo não consegue digerir. E uma proteína mal digerida causa várias inflamações. O corpo se defende porque não reconhece esses nutrientes”, explica. Entre os processos inflamatórios deflagrados estão enxaqueca, bronquite e dermatites.
É ASSIM 
Na composição do leite de vaca entram:
ÁGUA ........................87%
GORDURA................ 3,9%
PROTEÍNAS.............. 3,4%
LACTOSE ................. 4,8%
MINERAIS ................ 0,8%
FONTE: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE LEITE LONGA VIDA

A jornalista Sonia Hirsch, estudiosa de alimentação e medicina natural, em seu livro Só para mulheres (Ed. Corre Cotia, 1995) já falava dessas proteínas e de sua ação no corpo humano: “... difícil de digerir, a proteína do leite sobrecarrega o sistema imunológico e na melhor hipótese inflama amígdalas ou adenóides, dá sinusite, catarro, resfriados constantes, gases e prisão de ventre”. No texto, ela cita ainda outro problema: os hormônios e antibióticos que a vaca tomou e, por tabela, são ingeridos também pelo homem. “...Por se destinar à formação de um animal de 800 quilos, quadrúpede com chifres, pêlo e rabo, a proteína do leite de vaca tem uma composição bem diferente da que nós precisamos para ser humanas”, cita a jornalista.

No site http://notmilk.com/   voce encontrará milhares de artigos defendendo o não consumo do leite. 
Mas se você, mesmo assim, ainda gostaria de continuar a tomar leite, opte por aqueles com 90% a menos lactose ou os de 100% sem lactose. 




sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Bolo de fécula de batata, fubá e soja

Fécula de batata, fubá italiano e creme de leite de soja entre outros ingredientes.

Dicas gerais para preparo para aqueles tem alergia alimentar


Caros leitores, achei super importante compartilhar com voces estas dicas de cuidados para aqueles que tem alergia alimentar:
1. Familiarize-se com os termos comuns usados para os principais alérgenos como por exemplo: “caseína” para o leite, “albumina” para os ovos ou “arachis” para o amendoim.
2. Treine os seus funcionários para que eles saibam identificar aqueles produtos que possam conter os alérgenos alimentares mais comuns: glúten/trigo, soja, ovos, leite, peixe, frutos do mar, amendoim e as frutas oleaginosas (ou seja, amêndoas, castanhas, nozes,  pecãs, avelãs, pistache, pinholes e macadâmias). Muitos dos alimentos que podem causar reações alérgicas fatais podem estar presentes onde você menos espera. Uma possibilidade é ter cartazes na parede listando os produtos que podem possuir os principais alérgenos alimentares. 
3. Sempre leve em consideração todos os ingredientes e não apenas aqueles usados diretamente na preparação do prato. Ou seja, considere os ingredientes usados para enfeitar o prato, os molhos e temperos e as coberturas. O ideal é ter uma lista na qual constem todos os ingredientes usados em cada prato.
4. Sempre verifique todos os ingredientes presentes em produtos comprados/industrializados/semi-prontos ou fornecidos por terceiros. Verifique se não há mudança de fornecedor ou na marca de um produto quando preparar uma receita, já que um  mesmo produto de uma marca diferente pode conter ingredientes diferentes (mesmo produtos de uma mesma marca podem repentinamente mudar sua composição). Os avisos, “pode conter”, presentes em muitas etiquetas, significam que é possível que o produto tenha entrado em contato com o alérgeno em questão e por isso deve ser evitado, pois  mesmo quantidades ínfimas do alérgeno podem causar reações severas. Se a informação sobre os ingredientes presentes na composição de um produto não estiver disponível, for de difícil leitura ou compreensão entre em contato com o fabricante. 
5. Não faça substituições de produtos ou ingredientes em um prato ou refeição sem antes avisar seus funcionários (garçons, por exemplo) e de anotar a mudança no cardápio. Mais especificamente evite todas as mudanças que envolvam a inclusão de um alérgeno potencial em um prato que antes não o possuia. Um cliente acostumado a um determinado prato, antes apropriado e seguro para ele, não terá como adivinhar que a composição do mesmo mudou, causando-lhe evidentemente problemas, caso venha consumi-lo.
6. Não jogue fora as etiquetas dos produtos usados para preparar os pratos, elas poderão ser necessárias para que funcionários e clientes verifiquem a presença ou não de um alimento inapropriado no produto.
7. Sempre armazene os alimentos em recipientes fechados e separados, especialmente amendoim, sementes, leite em pó e qualquer tipo de farinha.

Alergia Alimentar Maior em Crianças de Centros Urbanos

De acordo com o Clinical Pediatrics - dados do levantamento apontam que enquanto 9,8% das crianças de centros urbanos têm alergia alimentar, 6,2% das que vivem em áreas rurais têm o problema. Aquelas que moram em grandes cidades são as mais prejudicadas: elas têm duas vezes mais riscos de desenvolver alergias a amendoim e a crustáceos.


Levantamento – O estudo analisou dados de 38.465 jovens com menos de 18 anos. A alergia alimentar foi mapeada de acordo com o código postal de cada voluntário. Descobriu-se, então, que 9,8% das crianças de centros urbanos têm alergia alimentar, frente a 6,2% das de áreas rurais. Alergias a amendoim são duas vezes mais comuns em centros urbanos, com 2,8% das crianças – frente a 1,3% nas áreas rurais. Alergias a crustáceos têm mais do que o dobro da prevalência em centros urbanos: 2,4%, frente a 0,8% em áreas rurais.
As alergias alimentares são igualmente severas, independente de onde a criança resida. Quase 40% das que têm a condição já vivenciaram uma reação grave e com risco de vida. Segundo o estudo, os estados americanos (país onde foi feito o levantamento) que têm as maiores prevalências de crianças com alergias alimentares são Nevada, Flórida, Geórgia, Alasca, Nova Jersey, Delaware, Maryland e o Distrito de Columbia.
Incidência - A alergia alimentar é um problema de saúde sério e crescente. Estima-se que 5,9 milhões de jovens com menos de 18 anos – ou 1 a cada 13 – tenham algum tipo de alergia alimentar que pode colocar sua vida em risco. Uma reação alérgica severa que pode levar à morte traz consequências como queda de pressão sanguínea, problemas para respirar e inchaço na garganta.
Os alimentos mais citados como causadores de alergias alimentares são: leite (lactose), trigo (glúten), ovos, amendoim, castanhas, nozes, frutos do mar, peixe e soja. Os principais alérgenos alimentares identificados são de natureza protéica.
Sob enfoque nutricional a realização de intervenções dietéticas desde a gestação pode contribuir para prevenir ou retardar a aparição de alergias em crianças. Recomenda-se durante a gestação, para as mamães com antecedentes alérgicos, evitar os alimentos alergênicos substituindo-os por outros que não comprometam seu estado nutricional e estendendo essa prática alimentar durante o aleitamento materno, já que alérgenos alimentares podem ser transmitidos através do mesmo. 
O acompanhamento de um nutricionista funcional busca também auxiliar no planejamento das refeições, através do fornecimento de listas de substitutos adequados, receitas ou adaptações de preparações da família prevenindo a monotonia alimentar e aumentando a adesão ao tratamento.
Encontrar alimentos adequados as diferentes formas de alergia alimentar não é uma tarefa fácil para as pessoas alérgicas e suas famílias, a nutricionista funcional mostrará a importância de comprar produtos específicos em empresas preocupadas com a saúde e o bem-estar dessa população.

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Abóbora Japonesa

Para retirar a casca dura da abóbora japonesa, basta congelar a abóbora antes. Após alguns minutos fora do a casca sai facilmente e a abóbora fica com uma consistência macia.
Porém, manter a casca é sempre melhor pois lá que se encontram mais vitaminas. As abóboras em geral possuem poucas calorias e carboidratos e são uma boa fonte de ferro, cálcio, magnésio, potássio além de vitaminas A, C e B (incluindo ácido fólico). As sementes possuem propriedades antioxidantes que retardam o envelhecimento dos tecidos e são ricas em vitaminas. As abóboras são extremamente versáteis e podem ser utilizadas em pratos doces ou salgados. Elas podem ser cozidas no vapor, fervidas, salteadas ou assadas.

terça-feira, 7 de agosto de 2012

A Super Spirulina

Pessoas que não podem tomar nenhum tipo de remédio para emagrecer, devem optar por produtos naturais como chás, ervas e suplementos. Um desses suplementos, essenciais nas dietas, é a Spirulina.
Ela serve, entre outras coisas, como inibidor de apetite, pois em contato com a água incha, o que dá a sensação de saciedade. Segundo relatos de quem já usou, ela também é ótima para cabelos, pele e unhas.

O que é a Alga Spirulina?

A Spirulina é uma alga microscópica azul esverdeada com aspecto de um espiral composta por uma única célula e que torna a luz solar em energia ativa. Uma das primeiras formas de vida concebidas pela natureza, a Spirulina contém bilhões de anos de sabedoria evolutiva no seu DNA e é o fruto da primeira forma de vida fotossintética da Terra.
A Spirulina é cheia de nutrientes e muito fácil de ser digerida. Comercialmente, a Spirulina está disponível em pó, comprimidos e cápsulas ou adicionadas a alimentos e medicamentos tônicos.Existem várias formas de algas preciosas e nos últimos 40 anos a Spirulina tem vindo a ser a escolhida pelas suas características nutritivas.
É um alimento poderoso com grande potencial como fonte de alimento completo, medicamento e recurso bioquímico.Muitas pesquisas concentraram-se no cultivo e colheita daquilo a que carinhosamente chamam de “o verde”. Foi descrito como “pro biótico” e “super alimento”.

Uma fonte de proteínas

A Spirulina fornece vitaminas, muitos minerais, aminoácidos essenciais, carboidratos e enzimas. Ela é, pelo menos, 60% proteína de vegetal, a qual é pré digerida pela alga, tornando-a um alimento altamente digerível. Tem mais proteínas do que qualquer outro alimento.
O seu perfil fora de série também inclui os ácidos gordurosos essenciais, os ácidos gordurosos GLA, lipídeos, os ácidos do núcleo (RNA e DNA), complexo B, vitamina C e E e os químicos vegetais, tais como os carotenóides, clorofila (purificador do sangue) e ficocianina (um pigmento azul).

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

ALFARROBA - CHOCOLATE???



Tem cara de chocolate, gosto de chocolate, mas não é chocolate. Além de nutritivos, os produtos feitos com alfarroba são isentos de lactose, glúten e açúcar, podendo ser consumidos inclusive por quem tem alergia ao leite. Naturalmente doce, a Alfarroba dispensa o uso de açúcar na fabricação de seus produtos. É uma ótima alternativa ao chocolate, pois além de não conter estimulantes como cafeína e teobromina, ela é rica em vitaminas e minerais. 

Enquanto o cacau possui até 23% de gordura e 5% de açúcar, a alfarroba tem 0,7% de gordura e alto teor de açucares naturais (glucose, sucrose e frutose) de 38% a 45%. E não contém também a feniletilamina, presente nos chocolates feitos do cacau.

Em 100gr do produto você encontra 303mg de cálcio, 633mg de potássio e 126mg de fósforo, além de outros minerais como ferro e zinco e vitaminas E, B6 e B12.
alfarrobeira (Ceratonia siliqua) é uma árvore de folha perene, originária da região mediterrânica que atinge cerca de 10 a 20 m de altura, cujo fruto é a alfarroba (do hebraico antigo al charuv (חרוב), a semente, pelo árabe al karrub, a vagem, corrupção daquele outro termo). Também é designada pelos nomes vulgares de figueira-de-pitágoras e figueira-do-egipto.
Pensa-se que as suas sementes foram usadas, no antigo Egito, para a preparação de múmias; foram, aliás, encontrados vestígios de suas vagens em túmulos.
Pensa-se que a alfarrobeira terá sido trazida pelos gregos da Ásia Menor. Existem indícios de que os romanos mastigavam as suas vagens secas, muito apreciadas pelo seu sabor adocicado. Como outras, a planta teria sido levada pelos árabes para o Norte de ÁfricaEspanha e Portugal.
A semente da alfarrobeira foi, durante muito tempo, uma medida utilizada para pesar diamantes. A unidade quilate era o peso de uma semente de alfarroba. Era considerada uma característica única da semente da alfarroba, o seu peso sempre igual. Hoje em dia, contudo, sabe-se que seu peso varia como qualquer outra semente.
Do fruto da alfarrobeira tudo pode ser aproveitado, embora a sua excelência esteja ainda ligada à semente, donde é extraída a goma, constituída por hidratos de carbono complexos (galactomananos), que têm uma elevada qualidade como espessanteestabilizanteemulsionante e múltiplas utilizações na indústria alimentar, farmacêutica, têxtil e cosmética.
Mas a semente representa apenas 10% da vagem e o que resta – a polpa - tem sido essencialmente utilizado na alimentação animal quando, devido ao seu sabor e características químicas e dietéticas, bem pode ser mais aplicado em apetecíveis e saborosas preparações culinárias.
A farinha de alfarroba é a fracção obtida pela trituração e posterior torrefacção da polpa da vagem. Contém, em média, 48-56% de açúcar (essencialmente sacaroseglucosefrutose e manose), 18% de fibra (celulose e hemicelulose), 0,2-0,6% de gordura, 4,5% de proteína e elevado teor de cálcio (352 mg/100 g) e de fósforo. Por outro lado, as características particulares dos seus taninos (compostos polifenólicos) levam a que a farinha de alfarroba seja muitas vezes utilizada como antidiarreico, principalmente em crianças. 

sábado, 4 de agosto de 2012

Paella Vegetariana

Paella vegetariana com tofu, algas, castanhas e tudo o que tem direito. Sem glúten e sem lactose.

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Amaranto


O amaranto é conhecido em vários países há muito tempo, e é um grão altamente nutricional. As pesquisas realizadas com o amaranto começaram por volta de 1996 e a partir daí começou o seu cultivo no Brasil. O grão possui cerca de 15% de proteínas com alto teor biológico (aquelas com todos os aminoácidos essenciais que o corpo não produz). De acordo com estudos, ela se compara com a proteína do leite.
É fonte de cálcio biodisponível (melhor absorção no organismo), o que não acontece com outros tipos de vegetais. Além de ser fonte de fibras, zinco, fósforo e outros nutrientes.

Não contém glúten, sendo uma excelente opção para os celíacos (pessoas com intolerância ao glúten). Quase não tem gosto, o que é muito bom, pois a farinha pode ser usada em várias misturas sem comprometer o sabor das preparações.
Pode ser consumido com frutas e iogurte, como ingrediente para preparação de pães, bolos, doces, sopas, vitaminas e também pode ser consumido como pipoca.

Muitas pesquisas realizadas, tanto no Brasil e em todo o mundo, veem mostrando o potencial do amaranto na redução dos níveis de colesterol no sangue. Vários componentes presentes podem atuar neste efeito, como o óleo, a fibra, a proteína e as substâncias antioxidantes. Uma delas foi realizada por pesquisadores da Faculdade de Saúde Pública da USP, que utilizaram as sementes e reduziram o colesterol de animais de laboratório. As pesquisas também mostraram resultados satisfatórios em humanos, prova que este alimento é outro forte candidato a fazer parte de uma alimetação saudável.

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Proteína Animal x Proteína Vegetal


De acordo com American Dietetc Association e a Organização Mundial da Saúde, em uma dieta balanceada, a ingestão de proteína deve representar cerca de 15% do total da dieta diária de uma pessoa.
O organismo do ser humano utiliza as proteínas na formação de hormônios, enzimas e anticorpos, portanto, a sua carência leva a uma deficiência em diversas vias metabólicas do corpo.


É muito difícil um indivíduo desenvolver uma deficiência protéica, mas esta pode acontecer ingerindo uma quantidade insuficiente de alimentos, tanto de origem animal quanto de origem vegetal, ou ingerindo quantidades de açúcar e álcool muito altos, pois ambos são grandes fontes de calorias, pobre em nutrientes e não contem proteína em suas composições.


Para indivíduos onívoros e ovo-lacto-vegetarianos a deficiência se torna ainda mais difícil, pois a proteína animal possui grande quantidade dos aminoácidos essenciais para o nosso organismo. Entretanto o vegetariano restrito de qualquer alimento animal, vegan, pode conseguir todo suprimento protéico necessário a partir de uma dieta vegetariana. Lembrando que a soja é o alimento vegetal que possui todos os aminoácidos essenciais ao nosso organismo.


A dieta vegetariana possui um menor conteúdo protéico do que uma dieta baseada em carne, entretanto isso não é uma desvantagem. Estudos comprovam que o consumo excessivo de proteínas pode ocasionar cálculos renais, osteoporose, e um aumento do colesterol, pois a proteína animal é rica em gorduras. Portanto, uma dieta rica em legumes, grãos, frutas e vegetais tem proteínas suficientes para uma dieta saudável.

Não importa se é vegetariano ou não, o que conta é uma dieta equilibrada e diversificada. Sendo assim, é sempre recomendável consultar uma nutricionista funcional. 



Dinner Experience - FIVE

This unique experience takes place in a private setting of carefully selected high net worth individuals, national or international, that long for more than what restaurants offer. This evening takes you back to basics of eating at a private home, in a sophisticated and cosy venue, enhanced by soft washing scenic lights and pleasant background music, in Sao Paulo (Brazil) and in Miami (USA), according to time of the year and agenda.

It is a perfect ambience for networking with top executives, successful entrepreneurs, and families that appreciate the art of dining with highly cultured and well travelled people, while indulging themselves in an extraordinary health oriented food and wine tasting adventure.

It is limited to a maximum of 10 guests that must be referred or invited by someone within our trusted network, whom we know personally. Confirmation is subject to source verification. The whole experience will be personally conducted by myself and my associates, either in English, Portuguese, Spanish or Italian, according to guestsâ?? preferences. It may be conducted in two or three languages simultaneously, while guests listen, see, touch, smell, and taste each dish. Your five senses shall be awaked to the world of spices and its healing properties.

Attendees will not be disclosed in advance, and venue will vary location, as there is more than a home participating.

It will always take place in top safe areas of the city with good view and security. Do not be surprised if you bump into celebrities. No pictures are allowed, unless all guests agree to do so. Feel free to exchange business cards if you deem appropriate.

Confirmation will be sent individually.Date, time and location may not be disclosed with non-attending persons, subject to cancellation.

There are three different types of menu, being one per event. Guests may not chose which one will be offered, unless there is a group of 10 together. Dishes may not be modified, in order to preserve the whole experience.

My cuisine is non-dairy gourmet vegetarian, excluding meats, but including eggs and honey. It does not clash with most Kosher guidelines. The dishes are carefully balanced and approved by
a recognized functional nutritionist. Menus are harmonized with wines and liquors perfectly selected by Italian and Brazilian sommeliers and wine specialists.

In addition to challenging our five senses, my specialty is to create different sensations by playing with different mixes that enhance the taste buds in our tongue and vicinity. Instead of sticking to the four basic elements of taste perception: salty, sour, bitter and sweet, I concentrate my efforts on the 5th element: umami, which simply defines the like and dislike of the whole experience.